sexta-feira, 30 de março de 2012

Jovem agredida em Portugal é de capanema

O amanhecer daquele dia foi surpreendente com a notícia da jovem brasileira agredida pelo noivo de sua mãe, na cidade de Lisboa, capital de Portugal. A surpresa foi ainda maior quando a notícia veiculou que a jovem agredida é Paraense. 

As surpresas aumentaram e a imprensa brasileira está dando ênfase ao lamentável acontecimento. Ao recebermos matérias de várias fontes noticiosas, constatamos que a jovem Erillen Gaia, de 21 anos é natural de Capanema. 

Eron Xabregas, irmão da paraense Erillen Gaia, de 21 anos, internada em estado grave em um hospital público de Lisboa após ser agredida pelo noivo da mãe, embarcou para Portugal na tarde desta quarta-feira (28). 

Erillen Gaia e Ester Xabregas, 43 anos, foram agredidas a facadas pelo noivo de Ester, Bruno Almeida, de 47 anos. Ele desferiu contra as duas vários golpes de faca. Em Erillen, ele ainda bateu na cabeça com um martelo de cozinha na jovem, que foi morar com a mãe em Lisboa, há três meses.

Segundo o jornal Português, Correio da Manhã, Bruno Almeida já teria agredido uma ex-mulher na França e então fugido para Portugal. Ele foi apresentado no Tribunal de Instrução Criminal de Lisboa.

Em nota, o consulado geral em Lisboa disse estar ciente do caso e o setor de assistência consular do Ministério das Relações Exteriores entrou em contato com o parente das brasileiras, em Belém, para colher mais informações e prestar o apoio cabível.

Por @Dyah_editor

Quem armou para arrancar Zé Dirceu do governo Lula?

A história política é repleta de senões e detalhes é preciso ficar atento a eles. Há uma cena que sempre me vem à mente quando o caso do mensalão volta à tona. Ao fim da entrevista do presidente Lula com os “blogueiros sujos” foi sugerida uma foto oficial. Antes de fazê-la, senti Lula pegando-me pelo braço e ao mesmo tempo dizendo: “Deixa eu dizer uma coisa, deixa eu dizer uma coisa…”, o que fez com que os “sujos” se reunissem em torno dele. Sem que ninguém tivesse tocado no assunto, disparou. “Uma coisa que quero combinar com vocês é que depois que eu desencarnar vou contar tudo o que sei dessa história do mensalão. Sabem por quê? Porque o Zé Dirceu pode ter muitos defeitos, mas o que fizeram com ele nessa história foi um absurdo… Depois de desencarnar, quero dar uma entrevista para vocês para falar disso, combinado?”

Hoje depois de ler algumas matérias relacionando o caso Demóstenes e Cachoeira ao episódio do mensalão, recordei-me de uma reportagem publicada no Jornal Nacional em março de 2004, mais precisamente no dia 30 de março.

Ela trazia o conteúdo de um grampo que envolvia Carlinhos Cachoeira e o subprocurador da República, José Roberto Santoro. Aliás, o mesmo subprocurador do famoso Caso Lunus, que atropelou a candidatura de Roseana Sarney.

Não estou aqui a fazer insinuações nem ilações. Mas nesse grampo da época Santoro diz textualmente como o leitor poderá ver mais abaixo, que:

“Ele (Cláudio Fontelles, procurador à época) vai chegar aqui e vai dizer o sacana do Santoro resolveu acabar com o governo do PT, e pra isso arrumou um jornalista (Mino Pedrosa, da Veja), juntaram-se com um bicheiro, e resolveram na calada da noite tomar depoimento. Não foi nem durante o dia, foi às 3h da manhã. (…) Ele vai vir aqui, e vai ver, tomando um depoimento pra, desculpe a expressão, pra ferrar o chefe da Casa Civil da Presidência da República, o homem mais poderoso do governo, ou seja, pra derrubar o governo Lula.”

Foi a partir desse episódio de Waldomiro Diniz que José Dirceu começou a cair.

Mais à frente, outro grampo, neste caso de Maurício Marinho, diretor dos Correios, publicado pela Revista Veja, detonou o escândalo do Mensalão. Roberto Jefferson, então presidente do partido de Marinho, o PTB, resolveu sair atirando e afirmando que o esquema tinha relação com uma mesada para deputados federais.

E escolheu José Dirceu como alvo.

A revelação de que Demóstenes era quase como um “sócio” de Cachoeira e de que o caso está na gaveta do procurador Roberto Gurgel desde 2009 são elementos suficientes para que essa história do mensalão comece a ser relida a partir de outros ângulos. Um deles:

“Quem armou para arrancar Zé Dirceu do governo Lula?”

Segue a degravação do JN do dia 20 de março, que revela depoimento de Cachoeira ao subprocurador da República José Roberto Santoro, antes de o caso se tornar um escândalo. Ao ler essa degravação a luz dos novos acontecimentos o leitor talvez imagine o tamanho da pulga que está atrás da orelha deste blogueiro sujo.

APRESENTADORA FÁTIMA BERNARDES : Surge uma nova fita do caso Waldomiro Diniz. Ela registra um depoimento extra-oficial que o dono de casas de jogos, Carlos Cachoeira, prestou ao subprocurador da República, José Roberto Santoro, antes de o escândalo vir a público pela revista Época.

APRESENTADOR WILLIAM BONNER : O objetivo do subprocurador era obter oficialmente, de Cachoeira, a fita em que Waldomiro pede dinheiro a ele. O depoimento teria durado quatro horas, mas somente 28 minutos foram gravados.

APRESENTADORA FÁTIMA BERNARDES : O Jornal Nacional obteve a fita, sábado passado, de um intermediário que se disse a mando de Carlos Cachoeira. Ao investigarmos o intermediário, constatamos que ele, de fato, tinha relações próximas com Cachoeira. A fita foi levada à perícia, que atestou que ela não apresentava montagem.

APRESENTADOR WILLIAM BONNER : Ontem, a Procuradoria da República, ao oferecer denúncia no caso do contrato da G-Tech com a Caixa, pediu o perdão judicial para Carlos Cachoeira, com a alegação de que ele estaria colaborando com a Justiça. Hoje, quando o Jornal Nacional finalmente conseguiu falar com Cachoeira, ele negou ser o autor da gravação, como o intermediário tinha dito. E disse nada saber sobre ela. O intermediário não soube explicar a atitude de Cachoeira.

APRESENTADORA FÁTIMA BERNARDES : Como a fita foi aprovada pela perícia, o Jornal Nacional decidiu divulgá-la. Procedendo assim, considera que está contribuindo para a elucidação de todos os aspectos que o escândalo tem. A fita teria sido gravada, segundo o intermediário, na noite do dia 12 de fevereiro. O procurador Santoro admite que os diálogos existiram, mas disse que o depoimento ocorreu no dia 8 de fevereiro. Dele, participaram, além de Santoro e Cachoeira, o procurador Marcelo Serra Azul, um delegado da Polícia Federal, Jácomo Santoro, um advogado de Cachoeira e a mulher dele.

APRESENTADOR WILLIAM BONNER : Na fita, o procurador Santoro se mostra preocupado com o adiantado da hora. Eram 3h da manhã. Diz a Cachoeira que seu superior hierárquico, o procurador Cláudio Fontelles, costuma chegar cedo ao trabalho. Que se o encontrasse ali, poderia estranhar a reunião e veria um subprocurador geral da República empenhado em derrubar o governo do PT.

REPÓRTER : A fita foi examinada pelo perito Ricardo Molina. No laudo, ele certifica que a gravação não apresenta indícios de montagem. O subprocurador José Roberto Santoro ouviu o depoimento de Cachoeira e pediu que ele entregasse a fita de vídeo em que o ex-assessor do Palácio do Planalto, Waldomiro Diniz, aparece pedindo propina, porque, segundo ele, seria uma prova lícita.

GRAVAÇÃO:
SANTORO : Faz o seguinte: entrega a fita, não depõe, diz que vai depor mais tarde pra ver o que que aconteceu, porque aí você acautela que você colaborou com a Justiça, entregou a fita, acautelou prova lícita o cacete a quatro. Então. E aí vem o cafofo

REPÓRTER : A fita de vídeo, a que se referia o subprocurador, foi gravada por Cachoeira em 2002.

GRAVAÇÃO:
Um por cento.
No total?

REPÓRTER : O subprocurador já tinha uma cópia dessa gravação, que segundo ele havia sido entregue pelo senador Antero Paes de Barros, do PSDB de Mato Grosso, mas queria uma cópia do próprio Cachoeira. Ele, porém, durante horas recusou-se a entregar espontaneamente a gravação. Como alternativa, Cachoeira propôs que a Polícia Federal fizesse uma busca para apreender a fita.

GRAVAÇÃO:
CACHOEIRA: Eu entrego o endereço, entrego tudo… Combino o local.
SANTORO: Você sabe o que vai acontecer com essa fita?
CACHOEIRA: Ham?
SANTORO: A busca e apreensão vai ser feita pela Polícia Federal, a Polícia Federal vai lá bater. É isso? A primeira coisa que vai ser, vai ser periciada e a primeira pessoa que vai ter acesso a essa fita é o Lacerda, o segundo é o ministro da Justiça e o terceiro é o Zé Dirceu. E o quarto o presidente.
CACHOEIRA: Ah, é desse jeito?

REPÓRTER : Em vários trechos da fita, Santoro procura encerrar logo a conversa. Diz que quer evitar o encontro com o procurador geral da República, superior dele. No diálogo, Santoro diz que o procurador poderia ver motivações políticas na investigação realizada naquelas condições.

GRAVAÇÃO:
SANTORO: Daqui a pouco o Procurador Geral vai dizer assim, porra, você tá perseguindo o governo que me nomeou Procurador Geral, Santoro, que sacanagem é essa? Você tá querendo ferrar o assessor do Zé Dirceu, o que que você tem a ver com isso aí eu vou dizer: não, eu não tenho nada, tô ajudando, porra, ajudando como, você é um subprocurador Geral, você não tem que ficar na madrugada na Procuradoria tomando depoimento dos outros.
CACHOEIRA: É claro.
SANTORO: Ele vai chegar aqui e vai dizer o sacana do Santoro resolveu acabar com o governo do PT, e pra isso arrumou um jornalista, juntaram-se com um bicheiro, e resolveram na calada da noite tomar depoimento. Não foi nem durante o dia, foi às 3h da manhã.

REPÓRTER :O jornalista a que se refere Santoro é Mino Pedrosa, dono de uma empresa de comunicação e que foi assessor de Cachoeira. Num diálogo, fica claro que Pedrosa foi uma das duas pessoas que tiveram acesso à fita com a conversa entre Waldomiro e Cachoeira. Em outro trecho, Santoro volta a mostrar preocupação com o tempo.

GRAVAÇÃO:
SANTORO: Daqui a pouco o Procurador Geral chega, que ele chega 6h da manhã. Ele vai ver o carro, ele vai vir aqui na minha sala. Ele vai vir aqui, e vai ver, tomando um depoimento pra, desculpe a expressão, pra ferrar o chefe da Casa Civil da Presidência da República, o homem mais poderoso do governo, ou seja, pra derrubar o governo Lula. A primeira coisa que ele vai dizer é o seguinte,o Santoro é meu inimigo, porque ele podia, como meu amigo, ter ligado pra mim e ter dito assim, olha, vai dar porcaria pro Zé Dirceu”. E eu não fiz isso. Não vou fazer mais, por quê? Porque chega. (ouviram?)

REPÓRTER : E adiante, mais uma vez, revela preocupação com a possibilidade da chegada do procurador geral, Claudio Fonteles.

GRAVAÇÃO:
SANTORO: Ó, estourou o meu limite, daqui a pouco o Cláudio chega, chega às 6h da manhã, vai ver teu carro na garagem, vai ser o que tem e vai ver um subprocurador geral empenhado em derrubar o governo do PT , você vê,3h da manhã, bicho…

REPÓRTER : O subprocurador José Roberto Santoro reconheceu que a conversa existiu, mas disse que a gravação é só de uma parte do diálogo, e que esse trecho está fora de contexto. José Roberto Santoro, o depoimento foi marcado à noite porque esse foi o horário escolhido por Carlinhos Cachoeira. Os outros depoimentos dados por ele também foram à noite. Sobre os trechos em que fala das conseqüências políticas e da possível reação do procurador-geral, Santoro disse que isso foi uma forma de pressionar Cachoeira, já que era tarde e ele se recusava a entregar a fita ou dar um depoimento consistente.
O subprocurador disse que insistiu para receber a fita de Cachoeira, porque a Justiça poderia ter dúvidas sobre a validade da cópia entregue pelo senador Antero Paes de Barros.

APRESENTADORA FÁTIMA BERNARDES :O procurador geral da República, Cláudio Fontelles, disse que não iria se manifestar porque, pela Constituição, todos os integrantes do Ministério Público têm autonomia e independência funcional. O jornalista Mino Pedrosa disse que teve acesso à fita, mas que devolveu a Cachoeira sem ter feito cópia ou ter entregue a gravação a outra pessoa.

APRESENTADOR WILLIAM BONNER : A revista Época, editada pela Editora Globo, informou que obteve a fita do senador Antero de Barros no dia 4 de fevereiro e que imediatamente mandou fazer uma perícia nela. Constatada a ausência de fraude, a revista ouviu os envolvidos. E obteve, em entrevista, a confissão de Waldomiro Diniz de que, de fato, tinha pedido dinheiro a Carlos Cachoeira para campanhas eleitorais e propina para um amigo. Diante disso, a revista Época publicou a reportagem que revelou ao Brasil o escândalo Waldomiro – como agora o caso é chamado – e cumpriu seu dever com os leitores e com o país, sua única motivação.

APRESENTADORA FÁTIMA BERNARDES : A direção da Caixa Econômica Federal entrou com representação no Ministério Público Federal, questionando o trabalho feito pelo procurador Marcelo Serra Azul no inquérito que investigou a renovação de contrato entre a Caixa e a GTech, empresa americana que opera o sistema de loterias no Brasil. O inquérito denunciou o presidente da Caixa, Jorge Mattoso, por gestão fraudulenta e corrupção na negociação de renovação do contrato. Jorge Mattoso negou que vá se afastar do cargo ou demitir funcionários também denunciados pelo promotor.

Revista Fórum.

Programação de Semana Santa em Capanema

CONFISSÕES NOS SETORES PASTORAIS

Dia: 23/ 03/ 2012 – Setor São Mateus – Local: Santa Luzia – as: 19h:min. 
Dia: 26/ 03/ 2012 – Setor São Marcos– Local: N. S. de Fátima – as: 19h:30min.
Dia: 27/ 03/ 2012 – Setor São Lucas – Local: Santo Antonio – as: 19h:30min.
Dia: 30/ 03/ 2012 – Setor São João– Local: São Benedito – as: 19h:30min.
Dia: 02/ 04/ 2012 – Igreja Matriz – as: 18h30min.
Dia: 03/ 04/ 2012 – Igreja Matriz – as: 18h30min.
Dia: 04/ 04/ 2012 – Igreja Matriz – as: 18h:30min.


SEMANA SANTA – PROGRAMAÇÃO OFICIAL 2012
DIA: 01/ABRIL/ 2012 (DOMINGO DE RAMOS)
Concentração/ Benção dos Ramos: Igreja Matriz/ Sagrado C. de Jesus/ Santo Antonio/ São Benedito e Nossa Senhora de Nazaré – Hora: 07:00hs.
Celebração Eucarística: Ginásio do Colégio São Pio X – Hora: 08:00hs.

(No Domingo de Ramos durante a Celebração Eucarística, pela ocasião do Dia Mundial da Juventude, a Paróquia de Capanema, estará realizando o Lançamento Oficial da Jornada Mundial da Juventude, que acontecerá no Rio de Janeiro, em Julho de 2013, com a presença do Papa Bento XVI e cerca de 3 milhões de jovens de todos os continentes do planeta).

DIA: 05/ ABRIL/ 2012 (QUINTA-FEIRA SANTA)
Celebração da Santa Ceia: Igreja Matriz/ Santa Maria Gorete/ Santo Antonio/ São Benedito e Nossa Senhora de Nazaré – Hora: 19:00hs.

DIA: 06/ABRIL/ 2012 (SEXTA-FEIRA SANTA/ VIA SACRA)
Concentração/ Saída: Praça da Igreja Matriz – Hora: 07:00hs.
Chegada/ Encerramento: Morro do Km 02 – Capanema/Bragança.
Presidente da Celebração: Frei Deuzivan (Provincial Capuchinho), Frei Manoel, Frei Ezequiel e Diáconos.
Animação: Equipe de Cântico de Santa Terezinha.
Organização: Pastoral da Juventude de Capanema.
Encenação do Teatro/ Grupos de Jovens: Igreja Jovem, Anawin, Mensageiros de Deus, JUACRI, JUFRA de Nazaré, Shekinah, JUFRA “Centro”, JUSANT, Shallon, JUAP, PVJ, JISACOJ, JUF, JUR e JUAP.

Itinerário da Via Sacra
Igreja Matriz – Trav. Cesar Pinheiro – Rua João Pessoa, Trav. Djalma Dutra, Rua D. Pedro II – Praça Moura Carvalho – Rua Holanda Rios – Morro do Km do 02 (Capanema/Bragança).


DIA: 06/ABRIL/ 2012 (SEXTA-FEIRA SANTA/ADORAÇÃO DA CRUZ)
Funções litúrgicas (Adoração da Cruz): Igreja Matriz/ Santa Maria Gorete/ Santo Antonio/ São Benedito e Nossa Senhora de Nazaré – Hora: 15:00hs.

Procissão do Senhor Morto: (Somente na Igreja Matriz) – Hora: 17:00hs.

DIA: 07/ABRIL/ 2012 (VIGÍLIA)
Vigília Pascal Igreja Matriz/ Santa Maria Gorete/ Santo Antonio/ São Benedito e Nossa Senhora de Nazaré – Hora: 19:00hs.

DIA: 08/ ABRIL/ 2012 (DOMINGO DE PÁSCOA)
Celebração Eucarística: Igreja Matriz – Horário: 07:00hs – 09:00hs – 17:00hs – 19:00hs e nas comunidades pelo calendário paroquial.

sexta-feira, 23 de março de 2012

CPI é instalada em Capanema

Nesta sexta-feira (23/03) as atenções se voltaram para a Câmara Municipal dos Vereadores de Capanema, o então Presidente Oscar Ishii teria a responsabilidade de instalar ou não, a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Instituto de Previdência e Assistência do Município de Capanema  (IPAC),  em suas mãos a oportunidade impar demostrar  sua isenção na ditadura imposta pelo Gestor Municipal Eslon Aguiar Martins, e assim Oscar Ishii o fez, tornou pública a Resolução de numero 241/2012 que cria a comissão especial de inquérito composta por 3 membros para apurar e fiscalizar no prazo de 90 dias.
A CPI investigará os fatos referentes a prestação de contas na gestão administrativa do IPAC  do senhor Djalma Durval de Melo, constante do requerimento de instauração da CPI de autoria da Vereadora Eliane de Matos Leal. Mesmo com tal atitude, Oscar Ishii ainda deixou muito a desejar, pois segundo os vereadores de oposição, foi acordado em uma reunião entre os parlamentares presentes realizada no gabinete do próprio presidente, que o Vereador Antônio Maria faria parte da comissão de investigação, mas na resolução acima citada diz que o presidente da casa escolheu por contra própria a Vereadora Eliane Leal para fazer parte  da comissão que fiscalizará as contas do IPAC, essa decisão exaltou os ânimos da oposição que literalmente ficou de fora da tal CPI.
Os vereadores eleitos para realizar as fiscalizações nas contas do IPAC foram:  Pedro Abraão, Irmão Marcos e Eliane Leal, ou seja, somente vereadores da situação, uma bela lição que a democracia ainda não funciona perfeitamente em Capanema, pois a CPI do IPAC não terá nenhum membro da oposição. Seria o desejo do Prefeito Eslon Martins?
O Vereador Pedro Abraão ainda chegou a assinar um requerimento para o cancelamento da CPI do IPAC, demonstrando assim que não tem nenhum compromisso com a sociedade capanemense e sempre age em causa própria, deixando o povo em segundo plano. Contudo Pedro Abraão ainda será  um membro da CPI refém instaurada, mas dificilmente trará a tona alguma irregularidade encontrada no Governo de seu padrinho Eslon Martins.

PT Capanema, rumo a candidatura própria

Mário Brandão saudando a plenária
A eleição de 2010 impôs uma dura derrota ao Partido dos Trabalhadores no Pará, mesmo com a larga vitória da presidenta Dilma Rousseff no Estado. Com tudo isso, há quem perdeu mais e quem perdeu menos, no campo da correlação de forças internas do partido.

No pós-eleição o PT/Capanema, deveria ter vislumbrado muito mais esperanças num horizonte próximo, no entanto, as forças políticas internas se agrupam e se reagrupam muito mais em função dos interesses e dos humores dos mandatos parlamentares do que em função da construção de projetos políticos consistentes para o município.

Mediante tal situação, centenas de militantes do maior partido político do Brasil decidem, no tempo mais adequado da sua agenda política, mobilizar no dia 22 de março, os demais filiados para o debate sobre as eleições de 2012, e fazer uma grande aliança com aqueles companheiros e companheiras que sinceramente defendem a tese da candidatura própria no município. Não simplesmente como um projeto importante para a construção partidária, pois já passou o tempo do PT ter candidaturas apenas para marcar posição.

Plenária lotada em defesa de candidatura própria em Capanema
Os eleitores Capanemenses só votarão no PT se estiverem realmente convencidos de que o partido tem o melhor projeto para a cidade. Neste sentido, a apresentação de propostas e de um candidato que inspire confiança nos munícipes, apontando soluções e caminhos para os desafios do município, isso sim deve ser a principal tarefa a ser cumprida neste momento pelo partido.

É preciso compreender que a estratégia municipal será melhor  desenvolvida com a deliberação das prévias do Partido dos Trabalhadores (PT) ou pela decisão de candidatura própria. Em que pese, devido à ausência de debates e um planejamento mais eficiente, o PT ainda ser considerado um partido de médio porte, no âmbito local.

Encerramento dos debates no Noggon Recepções
A apresentação da pré-candidatura do companheiro Mário Brandão representa um fato novo e relevante no marasmo que tem se tornado a vida política local, além de consolidar o PT e aglutinar uma parcela significativa do eleitorado local, eleitorado este que deu uma expressiva vitória para a Governadora Ana Júlia, no primeiro e segundo turno das eleições de 2010. Mario apresenta ainda um histórico de lutas e de superação digno dos vencedores, com condições de grande penetração e de crescimento popular, uma candidatura competitiva, até que se prove o contrário.
Ora, o PT local somente com a candidatura própria terá condições de se levantar e consolidar seu projeto de poder municipal.
O Prefeito Evaldo Cunha de Ipixuna do Pará, também prestigiou o evento que contou com a presença de  representantes de mais 4 partidos simpáticos a pré-candidatura de Mário Brandão.